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domingo, abril 21, 2013

CHANNEL, WINDOWS WEAR



Windows Wear, O “google earth” das vitrines de moda


Foi-se o tempo em que era necessário viajar para saber o que acontecia em outro continente. Com a globalização,  a internet  e principalmente com as mídias sociais, as informações correm  o mundo em uma fração de segundos.  Em uma era onde imagens falam mais do que palavras,  podemos acompanhar o olhar das pessoas pelo mundo a um clique de distância. Quase não é  preciso sair de casa  para pesquisar, conhecer e desbravar o mundo que existe lá fora. Para aumentar ainda mais essa proximidade real-virtual, foi lançado o Windos Wear, um site que compila as vitrines das mais importantes cidades relacionadas a moda do mundo.
O Windows Wear foi lançado em Novembro do ano passado,  uma criação dos Nova Iorquinos Jon Harari e Michael Niemtzow, que apresentam o site com a ideia de registrar e armazenar fotos profissionais das principais vitrines das capitais mundiais da moda como Paris, Milão, Londres e Nova York. Com a ideia  viajar para pesquisar já não se faz mais tão necessário, com apenas alguns cliques do sofá de casa é possível acompanhar tendências,  pesquisar, apreciar e buscar inspirações.
 Como funciona? Um time de profissionais espalhados pelas principais cidades da moda, atualizam constantemente o banco de dados do site, que tem como objetivo proporcionar aos internautas a visão em tempo real do que está acontecendo ao redor do mundo. O site é novo, mas já trabalha com grandes números. São 10 profissionais com base em Nova York que reúnem o trabalho feito mundo a fora e colocam o site para rodar. São mais de 1500 fotos de cerca de 350 diferentes lojas espalhadas pelas 5 cidades inicias. As imagens também podem ser acompanhadas através do instagram e facebook da marca, provando que as mídias sociais hoje são uma importante ferramenta de divulgação.









quarta-feira, março 27, 2013

3 coisas que Berlim tem a ensinar sobre moda



As coisas nãos saem de moda
Berlim tem cultura de venda e compra de vintage extremamente forte. Há um brechó em cada esquina, dos mais bonitões com cara de boutique até lojinhas minúsculas e bagunçadas. Dá para achar de tudo ali, reformular seu guarda-roupa se quiser, gastando muito (em peças tesouro de marcas de luxo) ou gastando quase nada (como disse a Carrie Bradshaw, o lixo de uma menina é o tesouro da outra). São muitas leituras que se pode tirar disto. Uma delas é que Berlim é uma cidade que apoia o consumo consciente e sustentável, onde os seus moradores sabem reciclar coisas usadas. É o caminho contrário das fast fashion, que faz uma moda de curta duração (seja por causa da rapidez com que ditam ou matam as tendências ou até mesmo por causa da qualidade duvidosa das peças que às vezes estragam rapidinho).
Outra leitura é a de que há um respeito pelo antigo. É um movimento que faz as pessoas valorizarem também as próprias velharias e se perguntarem se precisam mesmo de mais um casaco. E, por fim, dinheiro. Como eu disse, sou entusiasta “das modas” e não desvalorizaria o mercado dizendo que ninguém deve pagar muito, se puder e quiser, por uma peça bem feita. Moda também é arte. Mas essa mania alemã de pagar pouco sempre que possível é saudável e pode fazer muito fashionholic parar com essa bobagem de achar que só o que é caro pode ser bom.
Conheça a história da sua roupa
Se você acha que tem talento para se aventurar pelo mundo fashion, mas nunca daria certo, pois não conta com os recursos de uma grande marca, Berlim é a prova de que qualquer um pode fundar sua grife. São TANTOS os novos estilistas se aventurando por uma moda mais autoral e mais artesanal. Dê uma rápida caminhada pelos bairros de Prenzlauer Berg, Kreuzberg ou Neukölln para perceber o quanto de novidade Berlim oferece. Os designers participam de toda cadeia de produção das peças, (o que evita casos tristes como visto no Brasil repetidamente, sobre a descoberta de mão de obra análoga à escravidão em fábricas de roupas) até a venda na lojinha.



Vocês já devem ter percebido que “Berlim é uma cidade barata” é meu mantra. Ainda mais quando comparada com outras capitais europeias, onde o preço da comida, por exemplo, chega a triplicar.
E caso pagar pouco (relembre dicas de comidacosméticosroupas passeios) ainda não seja o suficiente para você, criei um desafio: curtir a cidade sem nem colocar a mão no bolso. Vamos lá. mãos-de-vaca do mundo, uni-vos, para as primeiras duas dicas da série Berlim sem gastar um centavo.
MÚSICA
Filarmônica de Berlim é uma das mais respeitadas orquestras do mundo. Conseguir um ingresso para assistir a um concerto pode ser caríssimo (preços entre 100 e 310 euros). Além disso, é necessário um mínimo de planejamento, pois, assim como os ingressos da Beyoncé (haha), eles costumam esgotar com rapidez.
A solução? Participar dos lunch concerts, toda terça-feira no saguão do teatro, às 13h. São concertos mais curtinhos, normalmente solos de instrumentos. Não é necessário vestir nenhum tipo de traje social para participar. A única recomendação é chegar ao menos 20 minutos antes.

TOUR
Uma ótima maneira de conhecer a cidade é participar de um dos vários walking tours (passeios feitos a pé) oferecidos por várias empresas. A boa notícia é que a Sandemans New Europe tem um na faixa! São 3,5 horas que cobrem pontos importantes de Berlim como o Reichstag, o Memorial dos Judeus, o bunker do Hitler, o Muro de Berlim, o Checkpoint Charlie, entre outros. Normalmente, os participantes costumam dar uma gorjeta para os guias no fim do passeio. Não é obrigatório, nem há um número exato do quanto você deve deixar. Normalmente, as pessoas dão 5 euros, mas isso depende muito de você e de sue budget.
Os tours saem diariamente às 11h e 13h, do Portão de Brandenburgo, em frente ao Starbuck´s. Mais infosaqui.
BÔNUS
Internet de graça.  Muitos cafés e restaurantes oferecem wi-fi gratuito para seus clientes. Recomendo o café Oberholz, em Rosenthaler Platz, pois não é necessário nem pedir a senha para os garçons. Basta abrir o navegador no seu celular ou laptop e o nome de usuário e a senha aparecem.
fonte glossabril

quarta-feira, fevereiro 27, 2013

CHANEL PARA MELISSA


Estilista da Chanel cria coleção de sandálias para a Melissa




Divulgação
Desenho de Melissa criada por Karl Lagerfeld. O estilista da Chanel lança em março coleção em parceria com a marca brasileira

Desenho de Melissa criada por Karl Lagerfeld. O estilista da Chanel lança em março coleção em parceria com a marca brasileira

O estilista alemão Karl Lagerfeld, conhecido por seu trabalho à frente da grife francesa de luxo Chanel, criou uma linha especial de sandálias para a Melissa.
São quatro modelos inspirados pelo Brasil que chegam às lojas da marca no país em março. O resto de mundo receberá as peças entre abril e junho.
A festa de lançamento, no entanto, acontecerá em Nova York durante a abertura de uma exposição de fotos feitas por Lagerfeld na Galeria Melissa, localizada no bairro do Soho.
Os preços ainda não foram divulgados.